Ode ao Dois de Julho (Parte 3)

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Maria Quitéria encerra o “Ode ao Dois de Julho”, poema de Castro Alves sobre a Batalha de Pirajá.

Mas quando a branca estrela matutina
Surgiu do espaço… e as brisas forasteiras
No verde leque das gentis palmeiras
Lá do campo deserto da batalha
Uma voz se elevou clara e divina:
Eras tu – Liberdade peregrina!
Esposa do porvir – noiva do sol!…

Eras tu que, com os dedos ensopados
No sangue dos avós mortos na guerra,
Livre sagravas a Colúmbia terra,
Sagravas livre a nova geração!
Tu que erguias, subida na pirâmide,
Formada pelos mortos de Cabrito,
Um pedaço de gládio – no infinito…
Um trampo de bandeira – n’amplidão!…

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